quarta-feira, 13 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
PARTICIPAÇÃO DA FAMÍLIA NA ESCOLA
segunda-feira, 4 de abril de 2011
EDUCAÇÃO
"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)
domingo, 27 de março de 2011
E POR FALAR EM EDUCAÇÃO
GRANDE PENSADOR: DAVID AUSUBEL
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA A aprendizagem significativa é uma teoria defendida por David Ausubel. Esta afirma que o processo de ensino deve levar em conta os conhecimentos prévios do aluno, tornando, dessa forma, o elemento essencial ao processo de aquisição do conhecimento do aluno, fundamental para o novo papel do professor e a função social da escola. Segundo Ausubel, para a aquisição do conhecimento realmente acontecer é necessário que o professor torne a aprendizagem significativa para o aluno, fazendo com que este assimile, diferencie e reconcilie os conceitos. Ou seja, podemos comparar o nível de aprendizagem do aluno a um lago sereno que está calmo, jogam uma pedra e ocorre um desequilíbrio, em alguns instantes há a assimilação e logo após a acomodação. Com esta ilustração o que se pretende explicar é que o aluno já tem o conhecimento prévio, quando o professor lança a “pedra” o conhecimento sistemático há um desequilíbrio necessário para a aquisição da aprendizagem. Mas para que aprendizagem significativa realmente ocorra é necessário que o professor utilize organizadores prévios para darem sustentação a nova aprendizagem, e não de forma arbitrária, levando dessa forma o aluno ao desenvolvimento de subsunçores, ou seja, aspectos relevantes da estrutura cognitiva que servem como porto para novos conhecimentos
David Ausubel, filho de família pobre e judia, cresceu insatisfeito com a educação que recebera. Revoltado contra os castigos e humilhações pelos quais passara na escola, afirma que a educação é violenta e reacionária. Para ele, “a escola é um cárcere para meninos. O crime de todos é a pouca idade e por isso os carcereiros lhes dão castigos.”
Após sua formação acadêmica, resolve dedica-se à educação com o objetivo de buscar melhorias necessárias ao verdadeiro aprendizado. Dessa forma, torna-se contra a visão de aprendizagem mecânica, tornando-se, então, um representante do cognitivismo, propondo paralelamente uma aprendizagem que tenha uma estrutura cognitivista. Segundo Ausubel, o processo de ensino deve levar em conta os conhecimentos prévios do aluno, desencadeando uma aprendizagem significativa - teoria defendida por Ausubel.. Pois nesse processo, os conhecimentos sistemáticos, isto é, as informações, deverão interagir e ancorar-se nos conhecimentos assistemáticos, em outras palavras, os conhecimentos existentes na estrutura do aluno.
Segundo Ausubel a aprendizagem significativa é um elemento essencial ao processo de aquisição do conhecimento do aluno, fundamental,t ambém, para o novo papel do professor e a função social da escola.
APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA
terça-feira, 22 de março de 2011
PRODUÇÃO DE TEXTO NÃO VERBAL - A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA
(Textos produzidos pelos alunos do 8º ano)
Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.
Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.
Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.
Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.
Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.
Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra.
sábado, 12 de março de 2011
AS ESCOLHAS
A vida é cheia de escolhas, por isso devemos ter certeza delas para mais tarde não nos frustrarmos com os rumos tomados. Mas de qualquer forma, é melhor o gosto de saber que tentamos do que a sensação de uma prévia derrota por não ter nem tentado.
A VIDA SEGUE!
Não devemos deixar que a vida nos guie. Mas devemos ter o controle dela, sendo protagonistas da nossa própria existência e não figurantes.
A VIDA SEGUE!
Não devemos deixar que a vida nos guie. Mas devemos ter o controle dela, sendo protagonistas da nossa própria existência e não figurantes.
quarta-feira, 9 de março de 2011
O QUE O MUNDO PRECISA MUDAR PARA SE TORNAR MELHOR?
São 11h40, família reunida de repente, aquele chega da escola e acrescenta a cena. Seu nome é Vicente. Ele tem apenas seis anos de idade. Ao chegar, logo deixa cair sua mochila escolar e caminha diretamente até a geladeira. A avó o manda lavar, imediatamente, as mãos, mas ele diz impacientemente:
-Elas tão limpas, vovó.
Uma vez, tendo se refrescado, caminha em direção a TV, sua madrinha se aproxima e pergunta como foi à aula. Ele responde, sem tirar os olhos da Tv, afirmando que tinha sido boa. Ela mais uma vez pergunta o que tinham feito, e ele sem, novamente, tirar os olhos da TV, responde que tinham feito muitas atividades. Entre as atividades que lembrava disse que sua professora pediu que eles respondessem a pergunta:
O que o mundo precisa mudar para se tornar um mundo melhor? Então, o garoto volta seus olhos para o objeto que se tornava o centro das atenções...
A madrinha, então com curiosidade o chama de volta, perguntando o que ele havia respondido. Ele olhou- a nos olhos e disse: - Eu respondi que para o mundo melhorar precisava ter o desmatamento das pessoas. A madrinha, então, olha perplexa para o menino e continua ouvindo o eco daquela voz infantil, mas tão segura de si e coerente nos argumentos.
E você adulto, o que acha? Para o mundo melhorar, é necessário ter o desmatamento das pessoas?
J. Santos-2010
J. Santos-2010
FELICIDADE RELATIVA
Manhã de quarta-feira, ouço um barulho...O despertador! Levanto-me 5h15 da manhã, penso que poderia ficar mais tempo ali, mas não, tenho que levantar. Dirijo-me ao meu roupeiro, a sensação que tenho é de estar em frente a uma imensa caixa de “guardatudo”. Separo cuidadosamente a roupa que devo usar e ainda sonolenta cambaleio até o banheiro...Penso na vontade de continuar dormindo. A água cai, cai, cai sobre meu corpo. Com movimentos convulsivos termino. A sonolência se esvaindo, concluo este momento.
Já vestida, perfumada, lanço mãos aos equipamentos, digo: - Olá, há quanto tempo?
Olhando para a rua percebo que ainda dorme. Apenas aqueles que seguirão para o mesmo destino tentam com os passos “l e n t o s” não acordá-la.
-Bom dia!
- Bom dia! Uma voz responde!
Ouço um som estridente se aproximando ao longe ...É ele! Todos reconhecem. Ele vai se aproximando timidamente e parando na nossa direção. De repente, com completa impaciência abre-se para que adentremos no seu interior. Já estou acomodada, todos repetem a cena. Partimos. A frente, ele com a mesma impaciência abre-se novamente num gesto que significa dizer : Entrem!
Estamos saindo! Muitos corpos, muitas cabeças, muitos pensamentos! Da minha janela vejo a vida passar. Vida passa, passa. A vida de lá de fora passa! A vida de dentro, aquela vida que não quero mais insiste em ficar. Eu pergunto: Por que não passa? Insisto em dizer: Vai passar uma hora!
Olhando a vida de fora, percebo o quanto é bela a criação divina.
Olho ao meu lado e vejo um menininho, rosto redondo, pele clara, sobrancelhas arqueadas. Ao seu lado havia uma menina que poderia ser sua irmã, mas quando este menino abriu sua pequena e negra boca a primeira palavra que saiu foi: Mãe.
De repente, aquele quadro chamou ainda mais a minha atenção. Ele olhava para mim, percebia que eu o olhava também e simplesmente se contorcia. Em meio a um contorcer e outro ele mostrava para mim o lugar que deveria existir dentes ainda infantis. A mãe, que inicialmente, pensei ser irmã, era uma mocinha de pele clara, olhos mortos que não conseguia encarar outro olhar,pois tamanha era sua resignação.
Mas continuei a olhar aquele quadro. De repente o menino tira algo do bolso. O que será? Eu Pergunto para mim mesma! Ele até esqueceu minha presença. Eram moedas, ele brincava com as moedas, colocava-as no bolso, retirava-as novamente. Que felicidade esboçava aquele olhar, aquela face. Então ouvi: -Mãe dá para comprar picolé? Ela responde: Dá menino, ôxe!
Ele novamente olha para mim e mais uma vez com um sorriso negro, balança seu “brinquedo, olho para o garoto e tamanha é minha surpresa não havia mais sorriso. No lugar, havia uma cara de tristeza! De susto e decepção. O “brinquedo” havia caído. A mãe começa a procurar, mas quando olho para baixo vejo entre meus pés aquela que fazia a felicidade, rancando sorrisos do seu dono. Tirei o cinto, abaixando para pegar. Uma vez, de posse do “brinquedo” devolvi ao seu legítimo dono que retribuiu com um largo sorriso. Mais uma vez de posse, recomeça a brincadeira. O olhar desta vez parecia mais brilhante que nunca, pois sabia que o picolé tinha voltado. O carro para, mãe e filho descem. Ela segura a mão do garoto e os dois saem caminhando. Ela em direção de casa e ele em direção do picolé. E nós prosseguimos nosso caminho até o ponto final.
Achei interessante escrever tal cena porque me chamou a atenção o fato de que o que pode nos fazer feliz é relativo. Para aquela criança o que a fazia feliz era saber que teria um simples picolé.
E nós muitas vezes já temos o picolé, mas não o valorizamos, basta acontecer o solavanco para nos tirar o sonhado picolé é que nos damos conta da sua existência!
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