domingo, 24 de outubro de 2010
sábado, 23 de outubro de 2010
A-HA- CRYING IN THE RAIN
"Chorando na chuva"
Esconder o que sentimos quando isto é o melhor.
E a pergunta: Poderemos ser felizes assim? Pouco provável. Mas uma coisa deve-se fazer "TENTAR". Esta, é sem dúvida, a melhor ação.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
EPMS MUSIC:REVIVENDO OS ANOS 80.
OS ANOS 80
A década de 1980 foi marcada pela cultura pop na música, na moda, no cinema e nas tecnologias. Celebrados nos dias de hoje com certa nostalgia, os Anos 80 deixaram muito mais marcas em nossa época do que somente lembranças, pois foram decisivos para o atual cenário geopolítico mundial. Na música, artistas como Michael Jackson e Madonna iniciavam seu reinado na música, tornando-se em pouco tempo conhecidos como o rei e a rainha do pop e cantoras como Cyndi Lauper, um dos ícones da época, conhecida pelo visual e comportamento extravagantes, com muitas cores, acessórios e maquiagem. Os Anos 80 também foram marcados pelo aparecimento do CD (compact disc) e o sucesso de filmes como E.T. e De Volta Para o Futuro. Nesta época, o rádio e a televisão se consolidaram como os principais meios de disseminação da crescente cultura pop, além das revistas e do cinema. Surge a MTV nos Estados Unidos, consolidando o videoclipe como um dos principais meios de divulgação musical. O final da década é marcado pela queda do Muro de Berlin, em 1989, decretando o final da Guerra Fria. O culto ao corpo, à moda, às discotecas e às celebridades, iniciados nas décadas anteriores, ganharam sobreforça nos Anos 80, uma época de grande midiatização e rápidas mudanças, consolidando o cenário sociocultural do final do século XX, que se mantém até os dias atuais.
PROGRAMAÇÃO
19h00min – Abertura
- Apresentação do grêmio estudantil.
19h20min – Apresentação:Thriller.
19h30min – Desfile:
- o belo e a bela
- os heróis e as heroínas que encantaram o mundo infantil.
20h10min – Show musical
REGULAMENTO
· Para aqueles que desejam cantar ou dançar a inscrição deverá ser realizada com antecedência na escola patrocinadora do evento.
· Os trajes, bem como as músicas escolhidas deverão se enquadrar na época (anos 80).
· Perderá pontos o participante que não apresentar a música e a vestimenta típica da época.
· No dia do evento, os participantes deverão chegar antecipadamente, pois a pontualidade será um pré-requisito a ser julgado pela comissão.
· Fica vetada a participação de participantes de outra escola na escolha do BELO e da BELA. Ficando livre nas modalidades: canto e dança.
domingo, 3 de outubro de 2010
ARTE EM MINIATURA
Miniaturismo é uma forma de arte que se baseia na elaboração de objetos, carros, etc., em formas de miniatura, ou seja, em uma escala de tamanho bastante reduzida. A arte do miniaturismo é feita como um passatempo (hobby) ou no âmbito profissional, como no caso de arquitetos que fazem maquetes.
Essa forma de arte é classificada segundo o tipo de objeto que se está tentando minimizar. Os principais tipos de miniaturismo são:
Aeromodelismo – aviões e estruturas aeroespaciais;
Automodelismo – carros;
Ferreomodelismo – trens e estruturas ferroviárias;
Helimodelismo – helicópteros;
Nautimodelismo – barcos e estruturas navais.
O miniaturismo surgiu na Europa feudal do século XVI, quando as famílias nobres educavam suas filhas para os afazeres domésticos utilizando casas em miniatura, semelhantemente às casas de bonecas que se conhece atualmente. Após verem e apreciarem os detalhes dessas obras, os adultos começaram a encomendar a reprodução de suas casas, seus ambientes pessoas, acervo pessoal, etc., tudo em miniatura.
Atualmente, o miniaturismo é uma arte bastante apreciada e consolidada nos Estados Unidos, Europa e China, dispondo inclusive, de alta tecnologia. No Brasil, o miniaturismo não é uma arte tão sólida como em outros países, visto que os artistas não possuem recursos tecnológicos para fazerem uma obra tão rica em detalhes, já que são os detalhes que valorizam uma miniatura. Entretanto, com o surgimento de grupos de discussão e especialistas no assunto, certamente essa arte se consolidará também no Brasil.
http://www.brasilescola.com/artes/miniaturismo.htm
domingo, 26 de setembro de 2010
A VELHA A FIAR, CINEASTA HUBERTO MAURO-1964
Há cheiros, sabores, momentos que nos fazem lembrar da infância. Neste caso, em especial, uma cantiga popular nos faz lembrar daquele tempo que o que queríamos era somente brincar...correr...rir..Hum, tempo gostoso!
sábado, 18 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
SOBRE A COERÊNCIA TEXTUAL:ALGUNS CONCEITOS
“O Homem é, por natureza, um caçador de sentido”.
(anônimo)
A coerência textual é o resultado da articulação das ideias de um texto, é a estruturação lógico-semântica que faz com que numa situação discursiva palavras e frases componham um todo significativo para os interlocutores. Ela constitui um fator importante da textualidade, mas além dela existem outros fatores que estão mais ligados ao leitor que a própria COERÊNCIA. Em outras palavras, a eficácia de uma boa dissertação argumentativa não depende só dos processos de raciocínios, nem de uma estrutura linguístico textual bem construída pelo autor, mas depende também de outros fatores que tem a ver diretamente com o leitor, tais como: Seus conhecimentos prévios, sua percepção do jogo político e ideológico envolvido no texto, seus conhecimentos das regras sócio-culturais em vigor, sua relação com o autor, suas intenções de leitura e seu domínio dos recursos da língua e do gênero textual lido.
(anônimo)
A coerência textual é o resultado da articulação das ideias de um texto, é a estruturação lógico-semântica que faz com que numa situação discursiva palavras e frases componham um todo significativo para os interlocutores. Ela constitui um fator importante da textualidade, mas além dela existem outros fatores que estão mais ligados ao leitor que a própria COERÊNCIA. Em outras palavras, a eficácia de uma boa dissertação argumentativa não depende só dos processos de raciocínios, nem de uma estrutura linguístico textual bem construída pelo autor, mas depende também de outros fatores que tem a ver diretamente com o leitor, tais como: Seus conhecimentos prévios, sua percepção do jogo político e ideológico envolvido no texto, seus conhecimentos das regras sócio-culturais em vigor, sua relação com o autor, suas intenções de leitura e seu domínio dos recursos da língua e do gênero textual lido.
Nessa perspectiva, diferentes tipos de textos podem apresentar diferentes tipos de coerência, isto é, um texto técnico exigirá mais dos seus usuários do que um conto infantil. Logo, aquele pode se tornar incoerente para quem não tem o conhecimento linguístico adequado e este coerente por ser mais acessível. O que se pretende dizer é que a coerência não está no texto, mas construída pelo leitor durante a leitura.
Dessa forma, entende-se que para se perceber a coerência do texto não dependerá somente do texto em si, mas sim dos usuários. Se estes não possuírem um conhecimento linguístico adequado e conhecimento de mundo o texto se tornará incoerente, pois não cumprirá a função comunicativa. Como diz Beaugrande e Dressler “O texto incoerente é aquele em que o leitor /alocutário não consegue descobrir nenhuma continuidade comumente porque há uma séria discrepância entre a configuração de conceitos e relações expressas e o conhecimento anterior de mundo dos receptores” (Beugrande e Dressler, 1981; 84). Portanto, quando alguém produz um texto, sempre acha que está sendo claro o suficiente para transmitir o sentido desejado ao interlocutor. Este, por sua vez, também se esforça para compreender a mensagem e, inicialmente, acredita que o texto tem coerência. Às vezes, porém, ocorrem falhas no processo comunicativo; ou o interlocutor, talvez por lhe faltarem conhecimentos sobre o vocabulário ou informação sobre a realidade, pode não alcançar o sentido pretendido pelo locutor.
Um texto bem construído é, naturalmente, bem interpretado, vai apresentar aquilo que Beaugrande e Dressler chamaram de textualidade. Esses autores apontam sete aspectos que são responsáveis pela textualidade de um texto que são: Fatores linguísticos (Coesão, coerência e intertextualidade) e fatores extralinguísticos (Intencionalidade, aceitabilidade, informatividade e situacionalidade).
Assim, não existem textos coerentes em si mesmos, mas sim constroem-se na relação emissor-receptor-mundo. Em outras palavras, um texto é coerente quando compatível com o conhecimento de mundo do receptor.
Conclusão
Mediante as discussões conclui-se que um texto pode ser incoerente em uma determinada situação se seu autor não consegue inferir um sentido ou uma ideia através da articulação de suas frases e parágrafos e por meio de recursos linguísticos (pontuação, vocabulário, etc.), incluindo fatores como o conhecimento que o produtor e o receptor tem do assunto abordado no texto, conhecimento de mundo, o conhecimento que esses têm da língua que usam e intertextualidade.
É O MOMENTO...
• Leia um bom livro. Pois quem ler sabe mais, visita mundos distantes e aprimora o raciocínio.
• Mude o visual, seu corpo também precisa ser presenteado.
• Faça um passeio turístico. Devemos dar aos nossos olhos a chance de contemplar vários lugares que exercem fascínio em seus admiradores.
• Saia com os amigos. Os amigos são também uma espécie de família.
• Assista a um bom filme. Com essa ação irá ser apurado vários sentidos como o da audição, visão e também o cognitivo, ou seja, a possibilidade de reflexão.
• Seja solidário. É tão gratificante ver o sorriso estampado na face daquele que foi amparado.
... Por último:
• Viva cada dia intensamente como se fosse o último.
J. Santos- 2004
UM HOMEM, E QUE HOMEM!
Ele tem um 1.80, é magro, moreno, tem cabelos negros como a noite, possui um cavanhaque (um charme), seus olhos são da cor de mel.
Ó mel, doce mel é o que sinto por ele. Um sentimento puro, enigmático, sincero...
Vejo em seus olhos o bem que me tem.
Ah! Momentos de intensa magia.
Ele fitou-me. Eu correspondi. O inevitável aconteceu... Nos beijamos.
...Ah! O beijo.
Seu beijo quente, seus lábios ardentes nos abraçamos de tal forma o mundo poderia acabar eu morreria feliz.
De repente ouço um barulho, era o despertador...
Janaìna-2007
Ó mel, doce mel é o que sinto por ele. Um sentimento puro, enigmático, sincero...
Vejo em seus olhos o bem que me tem.
Ah! Momentos de intensa magia.
Ele fitou-me. Eu correspondi. O inevitável aconteceu... Nos beijamos.
...Ah! O beijo.
Seu beijo quente, seus lábios ardentes nos abraçamos de tal forma o mundo poderia acabar eu morreria feliz.
De repente ouço um barulho, era o despertador...
Janaìna-2007
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