Faculdades Montenegro
CEU- Centro de Pós-Graduação e Extensão Universitário
“AS VARIEDADES LINGUÍSTICAS ENTRE OS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL I, NA ESCOLA MUL. CHICO MENDES LOCALIZADA NO ASSENTAMENTO AQUARIUS, MUNICÍPIO DE SANTA MARIA DA BOA VISTA-PE”.
Apresentação
CEU- Centro de Pós-Graduação e Extensão Universitário
“AS VARIEDADES LINGUÍSTICAS ENTRE OS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL I, NA ESCOLA MUL. CHICO MENDES LOCALIZADA NO ASSENTAMENTO AQUARIUS, MUNICÍPIO DE SANTA MARIA DA BOA VISTA-PE”.
Apresentação
O presente projeto implantado na escola Mul. Chico Mendes, localizada especificamente na cidade de Santa Maria da Boa vista-PE, no Assentamento Aquárius, traz como proposta: “As Variedades Linguísticas entre os alunos do Ensino Fundamental I”. O projeto de pesquisa foi elaborado com o intuito de detectar os motivos da existência das variedades linguísticas entre os alunos do Fundamental I.
De acordo com esta problemática, foi lançada a hipótese de que isso é ocasionado devido a fatores socioeconômicos e regionais, pois a maioria dos alunos é proveniente de lugares diferentes e, atualmente, convivem no mesmo assentamento. Para levantamento dos dados serão aplicadas entrevistas com os alunos a fim de constatar a presença das marcas das variedades linguísticas e em seguida, será feita a análise dos dados.
O objetivo principal é identificar que as variedades linguísticas são as variações que uma língua apresenta, em razão das condições sociais, culturais e regionais nas quais são utilizadas.
O referido projeto possui grande relevância, principalmente para os educadores do Fundamental I, da já citada escola, pois estes compreenderão, segundo Bortoni (2004,8): “Que do ponto de vista estritamente linguístico, o erro não existe, o que existem são formas diferentes de usar os recursos potencialmente presentes na própria língua”.
Pág.
1. Justificativa
2. Fundamentos Teóricos
3. Metodologia
3.1. Suprimentos e Equipamentos
4. Coleta dos Dados
5. Análise e Interpretação dos Dados
6. Cronograma
7. Considerações Finais
8. Referências Bibliográficas
9. Bibliografia
10. Anexos
2. Fundamentos Teóricos
3. Metodologia
3.1. Suprimentos e Equipamentos
4. Coleta dos Dados
5. Análise e Interpretação dos Dados
6. Cronograma
7. Considerações Finais
8. Referências Bibliográficas
9. Bibliografia
10. Anexos
1. Justificativa
Este projeto surgiu da necessidade de se identificar que as variedades linguísticas são as variações que uma língua apresenta. Como material para a pesquisa foram gravadas entrevistas com os alunos do 2º, 3º, 4º e 5º anos, do Ensino Fundamental I, todos alunos da Esc. Mul. Chico Mendes. O projeto também tem o papel de defender a tese de que nenhuma língua é mais importante, ou mais certa que outra, mas sim possui características bem distintas as quais são chamadas de variedades linguísticas. Este, também, é de grande relevância para os professores, em especial os que lecionam no Ensino Fundamental I porque aborda temáticas que uma grande maioria dos educadores insiste em não privilegiar que são as variedades presentes na língua, insistindo somente em uma, que não é novidade: a norma culta considerada “certa” e as variedades que diferem dela como erradas.
Nesta perspectiva, este projeto foi elaborado com o intuito de refletir sobre a língua que os alunos falam (que nós falamos) como ressalta Bortoni (2004,13): “Conhecer melhor esta língua que se constitui parte essencial de sua identidade como sujeito social, a língua que o aluno usa para se comunicar consigo mesmo e com os outros e para conhecer o mundo”.A língua que se pretende incutir na mente dos nossos jovens é diferente e bastante distante do português que se usa no cotidiano. Segundo Marcuschi (1997, p. 1): “Uma das principais razões do desprezo pela língua falada é acreditar que a escola é um lugar exclusivo para o aprendizado da escrita.” A escola precisa compreender que a língua não é estática e que passa infindáveis variações que dependem de fatores como: a faixa etária, sexo, escolaridade, condição social e até mesmo a profissão. Além disso, uma mesma pessoa pode falar de um modo diferente, dependendo da situação em que se encontra e de quem são seus ouvintes, ou seja, é um poliglota da própria língua.
Sendo assim, faz-se necessário que a oralidade seja trabalhada nas escolas, não de uma forma preconceituosa, taxando como certos ou errados os diferentes modos de falar. Mas, de forma respeitosa aceitar as diferentes características da fala, tendo em mente que nenhuma é melhor ou pior que a outra. São apenas diferentes. Por isso, são chamadas de variedades linguísticas.
(...)
J. Santos
Graduada em Pedagogia
(FFPP- Faculdade de Formação de Professores de Petrolina)
(FFPP- Faculdade de Formação de Professores de Petrolina)
Graduada em Letras com habilitação em Inglês
(CESVASF- Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco)
(CESVASF- Centro de Ensino Superior do Vale do São Francisco)
Especialização em Letras e Literatura.
(Faculdades Montenegro)
(Faculdades Montenegro)
Curso intensivo de Inglês
(Cultura Inglesa)
Professora de Língua Portuguesa da rede municipal de ensino.
Professora de Lingua Portuguesa da rede estadual de ensino.
Membro do Conselho Municipal de Educação.
(Cultura Inglesa)
Professora de Língua Portuguesa da rede municipal de ensino.
Professora de Lingua Portuguesa da rede estadual de ensino.
Membro do Conselho Municipal de Educação.
Um comentário:
Olá! Hoje é o dia internacional da mulher, e eu estive pensado e, não conheço um único homem que tenha vindo ao mundo senão concebido por uma mulher. Portanto, as mulheres geram e concebem o mundo, e os homens acham que lhe dão um dia de homenagem. Como nós homens somos burros! As mulheres são tudo! Abraço e parabéns por este ser magnífico que você é todos os dias!
"ação-reflexão" é perfeito!
Convido para que leia e comente no http://jefhcardoso.blogspot.com/
“Para o legítimo sonhador não há sonho frustrado, mas sim sonho em curso.” (Jefhcardoso)
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